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01/08/2018

Economia Colaborativa: Novas tendências e desafios

Atualmente, se estima que a Economia Colaborativa represente 30% do PIB brasileiro.  Com o setor ainda em crescimento, é esperado que até 2025 represente 335 Bilhões na economia mundial, segundo matéria divulgada pelo Valor Econômico.

Um bom exemplo é o crescimento do Uber, que em 2016 teve faturamento de 6,5 Bilhões tendo como propósito seu movimento colaborativo onde a empresa não é proprietária do bens necessários para a prestação do serviço. Imagine se o Uber comprasse todos os carros e contratasse os motoristas? Certamente não se tornaria tão grande nesse pequeno espaço de tempo, sendo apenas uma pequena empresa americana. 

Outro caso bem conhecido é a AirBnb, que oferece estadia para viajantes por meio dos locatários.

O problema para quem está no setor é que ideias surgem a todo momento e em um piscar de olhos, você acaba perdendo fatia de mercado para um novo negócio que "ontem" era só uma ideia. O dinamismo mais acentuado que no mercado convencional é uma característica que exige das empresas um planejamento bem conciso e gestão eficaz e tão dinâmica quanto o mercado.

Muitas empresas tradicionais trabalham a ideia do dinamismo do mercado que surgiu após o crescimento da Economia Colaborativa, mas é importante que haja a consciência de que o modelo de negócio deve ser estudado e adaptado conforme seu propósito e planejamento. Afinal, não há modelo certo ou errado. Em quaisquer modelos de negócios, o que leva ao atingimento das metas é uma gestão eficiente e madura.

Para dimensionar os riscos, algumas metodologias podem ser bastante úteis. Entre elas vale destacar as 5 forças de Porter, que medem o impacto micro ambiental do mercado competitivo do negócio, considerando diferentes perspectivas. Com uma análise de mercado coerente é possível desenhar os planos de ações mais assertivos, que permitirão frear possíveis ameaças que venham prejudicar o negócio, ou ainda criar oportunidades antes mesmo que o negócio seja afetado.

Postergar essas ações podem custar caro e é um erro comum na médias empresas. A SISEN, associada à Fundação Dom Cabral, possui programas que promovem melhorias de resultados a médio e longo prazos. Analisando todo mercado onde sua empresa está inserida e traçando as estratégias adequadas para a sustentabilidade da sua empresa. Entre em contato conosco e saiba mais sobre os nossos programas.



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