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18/07/2018

Mas lá na empresa é diferente...

Os problemas das organizações tendem a ser os mesmos: problemas de caixa, dificuldade de relacionamento com cliente, qualificação dos colaboradores, processos que precisam ser revistos, captação de recursos, projetos que tendem à falta de engajamento. Mesmo aparentemente com as mesmas dores, é comum ouvir a tão famosa frase “aqui não dá, aqui na empresa é diferente”. Mas será mesmo?

É até bem plausível as explicações para compreender tais diferenças e peculiaridades: as pessoas, os recursos, o ambiente e os objetivos são diferentes, e isso faz com que o modo de ver os problemas sejam igualmente distintos.  Entre tantas escutas de gestores em aulas e trocas de experiência, é muito comum perceber que o que impede mesmo de resolver algumas questões é o comportamento dos que estão envolvidos e isso é popularmente conhecido como “meu problema de estimação”, ou em outras palavras “medo do novo”.

Olhando de fora, percebe-se que 80% das vezes em que “na minha empresa é diferente”, o que faz ela diferente é, na verdade, o que faz ela igual a todas as outras: o medo da mudança! Nem sempre do interlocutor, mas ele como gestor é responsável por apresentar novos meios para facilitar a mudança. Talvez por isso os profissionais de exatas sejam tão apaixonados pela área... lidar com pessoas é extremamente mais delicado que lidar com máquinas e números. Mas o próximo parágrafo é válido pra todo mundo que faz algo em algum lugar do mundo!

Pensa. O que você fez de diferente pra mediar aquela mudança que a empresa precisa mas que você acredita ser impossível por conta das pessoas ou qualquer outro recurso? Já dizia Einstein: “loucura é querer resultados diferentes fazendo tudo exatamente igual”. E posso estar equivocada, mas as maiores invenções foram obtidas através de tentativas oriundas de outras tantas tentativas frustradas. O aperfeiçoamento da técnica leva à realização do objetivo. Foi assim com o avião, com a lâmpada, e a eletricidade. Planeja, faz, observa, erra, refaz, observa, refaz... ( parece algo familiar para os adeptos do PDCA?)

Antes de repetir a clássica frase que dá nome a esse texto, tenha em mente que o que devemos treinar é a disposição de resolver certos problemas que podem aniquilar qualquer pré disposição ao comodismo, inclusive o nosso. Deixar que o “pense fora da caixa!” se torne cotidiano. Sendo líder ou liderado, fazer diferente a mesma coisa que fazemos todos os dias pode não só nos mostrar que somos capazes de fazer algo melhor, mas encorajar outras pessoas a fazer o mesmo.



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